Preâmbulo: Quem viveu alguns bons anos nesse nosso planeta já se acostumou a olhar no horizonte e prever o tempo do amanhã. Para isso não se requer nenhuma inteligência ou diligência extraordinária, só a experiência, aquela sucessão de aocntecimentos que vão ficando gravadas na nossa memória.
Alguns, mais pessimistas, afirmam que não há saídas para o nosso país, somos definitivamente, como eu costumo dizer , “o país do futuro do pretérito”. Eu sou mais otimista, não acredito nisso. Aqui mesmo, em Porto Alegre, nós temos a BR-290 e a BR-471, para quem saí por terra, ou o Aeroporto Salgado Filho, para quem se manda de avião. Sempre há uma saída.
Mas esses dois assuntos, que aparentemente podem não ter nada a ver um com outro, ganham sentido, se juntam no horizonte do ano que vem do país. Confesso que já sou bem rodado, para não dizer velho, e sou um dos que podem prever num horizonte futuro os raios, o temporal, a tempestade que se arma no âmbito federal e estadual (RS).
Temo que seja muito para qualquer um, que seja demais para mim; Dilma lá e Tarso cá, eu fora!
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