Monthly Archive for January, 2010

Os “mais”

Leio que o Conselho Federal de Medicina irá rever protocolo para as cirurgias plásticas. A decisão vem depois da morte da Jornalista Lanusse Martin, vitimada por erro médico cometido em uma cirurgia de lipoaspiração. A decisão, embora tardia, deve ser comemorada, espera-se que ela diminua muito o número de mortes nesse tipo de intervenção. Só lamento que se precise do corporativismo da imprensa para que, diante da justa pressão, o Conselho Federal de Medicina se pronunciasse. Como sempre digo: nesse país temos uma descarada “mais valia humana”: uns são mais cidadãos, mais gente do que os outros.

Algo semelhante já havia ocorrido quando da morte do jornalista Tim Lopes no Rio de Janeiro. Naquela ocasião a imprensa pressionou as autoridades tanto no sentido da condenação dos autores, quanto da celeridade do processo. O que se pode dizer quanto ao justiçamento das outras milhares de vítimas da onda de violência no país? Normalmente só servem para que os órgãos da imprensa recheiem o noticiário e estampem manchetes escandalosas. Existe a denûncia, mas inexiste a pressão.

Tudo isso me faz lembrar as operações padrões, quando profissionais das mais variadas categorias resolvem seguir o manual como forma de pressão para as suas reivindicações salariais. Ou seja, pressiona-se fazendo aquilo que sempre deveria ser feito. A lógica mais primária nos diz que o procedimento normal é sempre mal feito. O mesmo se pode dizer da imprensa baseado nos casos citados: quando jornalistas são vitimados, os colegas passam a trabalhar como sempre deveriam fazê-lo.

E essa não é infelizmente uma característica exclusiva da imprensa. Não é por outro motivo, só para citar outro exemplo, que a maioria dos casos que envolvem policiais são solucionados pelos seus colegas. É de se lamentar esse proceder, não há justificativa para só fazer bem feito quando se trata de defender um dos seus. Todos são cidadãos, todos pagam impostos, todos merecem o melhor.

Drops

Continuo achando notável a capacidade do nosso querido apedeuta de servir a dois senhores, mais do que isso: de servir a tantos senhores quantos precisos for. Aplaudido no inútil Fórum Social Mundial – onde da boca de um “sábio” organizador ouvi a pérola de que “a nossa tese quase venceu no ano passado, quando o capitalismo esteve em vias de acabar”. Mal sabe esse “sábio”, que defende a caridade com o chapéu dos outros, com bolsas famílias, merendas e outros mimos, e que só são possíveis porque tem um bando de “malditos capitalistas” trabalhando e gerando receita para encher a burra do governo. Depois do fórum o presidente iria para Davos receber mais um prêmio – onde certamente seria aplaudido também (o pretérito imperfeito é porque eu soube que a viagem foi cancelada pois o presidente passou mal).

Os imbecis que o aplaudem parecem não notar a impropriedade da conduta: não há como concordar com as teses imbecis do Fórum Social Mundial e com as dos Fórum dos Capitalistas de Davos, que são antagônicas, ou seja, defendem pontos de vista diametralmente opostos. A explicação de que “vou a Davos para criticar os países ricos” é uma deslavada asneira. Quisesse protestar, simplesmente não iria a Davos, daria uma declaração recusando o prêmio imerecido pelas teses que diz defender, e merecido pela prática das teses capitalistas que aplica na prática – e que bem o digam os satisfeitos banqueiros nacionais!

E todos os outros imbecis da platéia nacional parecem achar que tudo isso está certo e não há a mínima contradição. Ao menos não escuto vozes, nem leio nada discordante dessa nossa tão sábia imprensa nacional.

Leio que a imprensa está ocupada com outros assuntos, comovida com a morte de uma colega, jornalista de Brasília, e mais uma das centenas de vítimas das chamadas lipoesculturas dessa febre de valorização da forma do corpo. E esse é mais um dos nossos problemas: muito cuidado com corpo e pouco com a cabeça; belos corpos em cabeças ocas. Se o fato é triste, triste é também reconhecer que a imprensa fica mais corporativa e atenta quando isso acontece com um dos seus. E as outras vítimas? Não merecem o mesmo destaque nas manchetes?

O mesmo cuidado deveria ser dispensado pelo nosso presidente as vítimas das chuvas ocorridas em território nacional. Se é triste o ocorrido com o Haiti, manda o bom senso que não esqueçamos das nossas vítimas, que também sofrem como os haitianos. O apedeuta fala muito no Haiti e não abre a boca para falar dos nossos problemas – que devem estar todos resolvidos na sua ingênua cabeça ou que mira objetivos não claramente manifestados? Ele diz pleitear um nobel da Paz para a missionária brasileira recentemente vitimada no Haiti. Um prêmio pós-mortem? Eu sei bem para quem ele está pleiteando esse prêmio…

Num passado distante…

Nossa noção de tempo perdeu o sentido da exatidão, o tempo não é mais uma grandeza absoluta, mas relativa. Pode parecer que para tudo o tempo passa de forma igual, mas a nossa percepção desmente essa verdade matemática. O tempo na nova era da informática, para dar um exemplo, passa (ou se tem a impressão de que passa!) numa velocidade ao menos duas vezes mais rápida do que o tempo “comum dos mortais”. Falar-se num período de dez anos em relação a internet representa falar em um século do tempo de antigamente.

Experimente perguntar para qualquer um dos novos internautas o que é linguagem Cobol, ou o que é D.O.S., só para dar dois exemplos. É quase certo que essa pessoa não fará a menor idéia do que se trata. Tudo isso pela velocidade com que as coisas são atualizadas nesse mundo da era digital. Isso faz com que as pessoas só consigam ver num horizonte próximo, num período de tempo que não ultrapassa a meia dúzia de anos.

A velocidade com que a tecnologia avança é muito maior para um dado mesmo espaço de tempo. Isso faz com que a nossa percepção relativize o que é absoluto. Caminhamos para a época da instanteneidade, das megavelocidades. Há pouco troquei o meu computador, exigindo um mais rápido, ou seja, não consigo mais ficar esperando por “longos segundos” para que a máquina processe um aplicativo ou carregue uma imagem, um vídeo, um filme.

E pensar que num passado não tão distante as coisas só estavam na era do jato!

Mais dos menos

Esse amontoado de ditadorezinhos mequetrefes que se instalaram na américa do sul costumam abrir a boca para falar bobagens. Funciona, pois dirigem a palavra para as mesmas populações despreparadas que os colocaram no poder, ou seja, toscos falando para toscos. O tosco da vez foi o índio produtor de coca da Bolívia, Evo Morales, que criticou a ajuda norteamericana no Haiti. Certamente ele deve estar fazendo coisa bem melhor para os haitianos do que os ianques.

Já cansou essa coisa de antinorteamericanismo, essa idéia preconcebida que julga que tudo o que é feito pelos ianques visa o mal. Isso é coisa de comunista de meia tijela que não enxerga a sujeira nos próprios pés. Essa gente costuma fechar os olhos para todos os desmandos cometidos pela camarilha comunista. Não abrem a boca para criticar a violação dos direitos humanos em Cuba ou na China, mas estão sempre vendo pelo em casca de ovo quando se trata de norteamericanos.

O malfadado Bush já se foi, agora os ares são outros com Obama. Agindo da forma como agem só nos levam a pensar que bem no fundo Bush tinha lá as suas razões quando os classificava como membros do eixo do mal.

Num março de 2006…

Escritos num passado não tão distante de março de 2006:

WEDNESDAY, 29 MARCH 2006
Caiu mais um incompetente
Embora todos os elogios de todos mercados – que têm sobradas razões para elogiá-lo, tamanho foi o lucro que ele proporcionou a bancos e investidores -, eu o qualifico como incompetente. Não me interessa a avalição do “mercado”, estou pouco me lixando para esse ente, que, no mais das vezes, representa a elite que oprime toda a nação.

Este, assim como os outros que o sucederam, não conseguiu impulsionar o país, não gerou empregos, não retirou, não resgatou ninguém da miséria, ao contrário, só jogou muita gente da classe média na miséria. É o tipo de gente que não melhora a vida de ninguém e só piora a vida de muitos. Administrou para a elite, endividou o país, pagou juros escorchantes aos bancos e a essa meia dúzia que domina todo o país. Quer saber? Já vai tarde sr. palocci!
posted by: domrs at 13:33 | link | comments |

SATURDAY, 18 MARCH 2006
Saudades…
Saudades daquelas nossas noitadas de longos papos, de olhares profundos, dos beijos suaves, de pernas entreveradas, de mãos aqui e lá, dos vinhos tintos, encorpados… Saudades da tua cuca boa, do teu sorriso branco, franco e lindo, do teu corpo de menina. Saudade da nossa pretensão de curar o mundo, de abraçar a todos, de sermos amigos da humanidade, de plantar mil árvores, de escrever mil contos. Saudades, tantas saudades…
posted by: domrs at 23:20 | link | comments |

SUNDAY, 12 MARCH 2006
Escrever para dar um gás
Já com um melhor ânimo, escrevo para dizer que já recarreguei meu gás, estou a mil novamente. Acho que este período “down” faz parte da nossa vida, são dias em que a gente dá uma caida, mas sabe que é preciso “levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima”, como diz a esperta letra da música.

Nem gostaria e nem vou entrar no mérito da fossa passada; só vou dizer que o que muda é o meu ânimo, os problemas do nosso país continuam os mesmos, de vento em popa. Fazer o quê? Talvez valha aquela outra sabedoria de aceitar o que não pode ser mudado.
posted by: domrs at 23:20 | link | comments |

A diversidade do pensamento único

O tal de Fórum Social Mundial – aquele que leva do nada ao lugar nenhum – voltou a empestear o Rio Grande do Sul. Reconhecidos como defensores da democracia do pensamento único, irônicamente seus organizadores o definem como múltiplo e plural – existe plural de um só, caras pálidas?

Durante as suas várias edições o fórum só discutiu os velhos e ultrapassados chavões comunistas de sempre. Pior! Usando descaradamente verbas do estado, dinheiro dos impostos de muitos, de uma grande maioria que não concordamos de forma nenhuma com isso – no melhor estilo dos comunistas sanguessugas que nada produzem  e usam a “sociedade de consumo” para combate-la.

Adoram falar em liberdade, mas se apressam a prestigiar ditadores nos quatro cantos do mundo e se calam – convenientemente – quando ficam sabendo dos excessos cometidos por eles. Falam em não beligerância e apóiam o ditador do Irã, aquele imbecil que ameaça varrer Israel do mapa tão logo possua um bomba atômica. Falam em diversidade e não aceitam pontos de vista divergentes dos seus. Por onde passam só deixam lixo e nada mais. Ninguém sabe para que existem, não possuem objetivos realizáveis, não produzem nada prático, não mudam mundo em parte alguma, são, enfim, um bando de inúteis oportunistas.

O estado ficaria muito melhor sem as suas desimportantes presenças, frutos que são de uma época triste na história do Rio Grande, quando os petralhas governaram nosso Estado. Gente (?)  que por aqui só semeou divisões, discórdia, conflitos e empesteou a mente das nossas crianças na educação do estado. Foram, e foram tarde! Espero que para o nosso bem eles nunca mais consigam galgar cargos no governo do Estado. Ter de conviver com gente dessa estirpe estraga o estômago de qualquer um.

A grande maioria dos nossos moradores ainda lembra – sem saudade – do tempo em que só causaram males ao estado.  Para esse fórum chinfrim eu digo: -Vão embora e nunca mais voltem!

Causas e Consequências

Volta e meia estamos diante do dilema: o que veio primeiro? Um exame sobre causas e consequências. O que veio primeiro: o ovo ou a galinha? Esse é certamente o mais tradicional e popular enigma. Mas é possível levantar milhares de outros: o corrupto gera o corruptor ou são os corruptores que geram os corruptos? Temos maus políticos porque não sabemos votar ou são os maus políticos que não educam o povo para votar? E não preciso continuar, certamente há milhares de dúvidas sobre causas e consequências.

Não vou fazer um estudo sobre o assunto, pretendo me ater a um aspecto: a nossa mídia é ruim porque o nosso povo é pouco alfabetizado ou o povo é pouco alfabetizado porque a mídia não ajuda a educar o povo? Todos sabem – muito embora ninguém entenda com muita certeza – que os nossos meios de comunicação (jornais, revistas, rádios, televisões, etc) são concessões do serviço público. É mais ou menos isso: a comunicação é um serviço público que é delegado a particulares mediante certas condições. Um tipo de parceria público-privada.

Eu digo que os meios de comunicação não são nem um pouco públicos, não visam o bem comum, mas tendem a visar única e exclusivamente o lucro. É tolice imaginar uma independência editorial de alguém que depende do mercado para sobreviver. Por mais que o álcool possa ser um fator de conflitos entre as pessoas, causa de graves acidentes de trânsito, fator desagregador das famílias, corruptor de menores, nenhum meio de comunicação abre mão do bom dinheiro que rendem os comerciais. Mas com a “grave ameaça”: BEBA com moderação, ou de qualquer jeito, mas BEBA.

Há que se destacar também a péssima qualidade dos nossos meios de comunicação, dos programas oferecidos ao povo. É para atender a demanda, o gosto popular. Ou seja, como a população não tem educação suficiente para distinguir o bom da porcaria, vamos administrar porcaria mesmo que é o que o povo gosta. Depois é muito mais fácil vender para quem não tem educação, ou é tão mais fácil de enganar quanto mais tosco for o espírito do alvo. Nessa mesma linha situa-se o dilema dos maus políticos: povo deseducado vota mal, escolhe mal. Educar o povo significa eliminar os maus políticos. Qual mau político vai querer educar o povo?

E esse dilema é tão mais grave quanto menos educado o povo for. Querer que um sistema democrático baseado no voto de cada um funcione com uma maioria estúpida e deseducada é quimera. Dizem que a democracia é o menos pior dos sistemas políticos. Concordo. E isso só é admitido porque sempre há a esperança de que o povo aprenda com o passar do tempo. No caso brasileiro já se vão mais de quinhentos anos e continuamos na mesma. Mas, amanhã, quem sabe?

De uma forma ou outra é triste constatar que a imprensa faz o jogo dos poderosos, dos interesseiros, dos aproveitadores, dos demagogos. Quando não é por interesse financeiro é pela péssima formação dos nossos jornalistas, classe que, aliás, luta por uma regulamentação que só tenderia a piorar as coisas, na medida em que criaria uma reserva de mercado para uma maioria de profissionais totalmente despreparados.

O que se pode dizer?

Sempre reclamo das pessoas que agem sem pensar. Pode parecer implicância minha, mas o que nos faz diferentes dos demais animais senão a nossa capacidade de pensar? Usar dessa capacidade é, pois, tão vital como respirar. Claro, sempre há a possibilidade de agirmos como seres irracionais, como animais, mas não me parece uma solução, ao menos , uma solução inteligente.

Existe também uma teoria evolutiva que fala em uso e desuso. Perdemos nosso rabo pela falta de utilidade, já que podemos espantar os insetos com o uso das mãos e costumamos nos limpar depois de defecar. Para o cérebro vale a mesma regra: quanto menos ele for usado, menos se desenvolverá, perdendo aos poucos a sua utilidade.

Como posso interpretar um banner na internete que tem a seguinte mensagem: “1 mensagem nova. O teu endereço de ip foi selecionado com um vencedor potencial. Clique aqui”? Alguns dirão que ninguém vai clicar numa estrovenga dessas. Discordo usando a mesma teoria, do uso e desuso, digo que se alguém anuncia usando uma estupidez dessas é porque existe gente estúpida suficiente para clicar na imbecilidade.

O mesmo pode se dizer dessa avalanche de comerciais que invade todos os meios de comunicação. Como alguém racional pode, digamos, gostar de algo tão estúpido como um “gingle”? Ou comprar produtos anunciados que valem menos do que um décimo do preço ofertado? Ou optar por um determinado produto porque uma dessas também discutíveis celebridades assim o recomendou?

Depois não fica difícil de prever como é que nos saímos quando qualquer decisão depende de um pequeno esforço no uso da massa cinzenta. Porque votamos tão mal? Porque somos enganados a toda hora pelos políticos? Porque elegemos e reelegemos reconhecidos pilantras e canalhas? Porque um desses idiotas simplesmente se defende com um “eu não sabia” e todo mundo acredita?

O que se pode dizer?

Mais um verão…

Porto Alegre se humaniza nos verões. Com a chegada do calor um grande número de moradores abandona a cidade para fugir da canícula e, creiam-me, os verões de Porto Alegre fazem lembrar aquela imagem de um forasteiro que se arrasta sem esperanças pelo deserto. Nosso calor é de gente grande e as temperaturas absolutas dizem pouco: é preciso passar por aqui no verão para entender melhor.

Sempre digo que uma cidade só é administrável até os quinhentos mil habitantes, depois disso tudo vira um salve-se-quem-puder. Não há serviços nem infraestrutura que suporte o número de habitantes das grandes cidades. E não é uma questão da qualidade da administração, mas da impossibilidade de convivência num espaço exíguo.

Para organizar as grandes cidade é preciso acabar com a qualidade de vida dos seus moradores em nome da qualidade de vida dos moradores. Parace um contrasenso, mas é algo real. Vejam, por exemplo, o rodízios de veículos em São Paulo. Quem entra no dia em que não pode usar o seu veículo perde qualidade de vida, mas é um preço a pagar para que se possa andar pela cidade.

Por isso é que Porto Alegre melhora nos verões: há menos gente dirigindo nas ruas, ocupando as calçadas, estacionando nas vagas. Há lugares nos cinemas, nos restaurantes, há um melhor tratamento de todos para todos. Recupera-se um pouco da dignidade e da civilidade.

O calor? Esse é o preço a pagar…

Desinteligências…

Sempre cobrei do meu povo um certo exercício diário dessa capacidade que nos torna afinal, diferente dos demais animais: a racionalidade, a capacidade de pensar. Pode parecer que estou chovendo no molhado. Ledo engano! Qualquer ser pensante se surprende com o número reduzidos de pares – ou seja – de outros seres pensantes.

Para a grande maioria vale o efeito manada: fazem tudo o que se espera de um rebanho, a mera repetição sistemática de atos e gestos que são executados e seguidos sem a menor reflexão. Usam as roupas que a maioria usa, as palavras e expressões, as gírias, tomam as mesmas atitudes, estão, por assim dizer, na moda.

Eu costumo dizer que sou um cara fora da moda. E não só no senso estético da expressão, mas no sentido de que não me agrada fazer ou deixar de fazer nada só para acompanhar um hábito generalizado. Há pouco um menino que conheço disse que eu escrevo empregando um português arcaico, porque segundo seu modo de ver as coisas eu escrevo diferente da maioria.

É verdade! Não fui contaminado pelo internetês, nem pelo simplismo da construção de algumas frases freitas usadas pela maioria. Costumo me expressar usando mais do que os quinhentos vocábulos usados pelos membros dessa nova geração – número que excede um pouco a possibilidade de compreensão de um símio ou cão.

Quer dizer, ainda estamos um pouco acima da escala dos irracionais. Mas não se desesperem, rapidinho chegaremos lá…