Os exemplos são tantos e tão cabais que nem mereceriam uma análise, mas, para esse tipo de gente, sempre se faz necessário que se “jogue na cara” as evidências que insistem em negar. Os neocomunistas insistem na filosofia do atraso, mesmo que tudo e todos conspirem contra as suas vãs filosofias. Se insere entre eles essa coisa chamada CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – e suas Campanhas da Fraternidade, que quase sempre, partindo de premissas erradas, levam do nada ao lugar nenhum.
Abraçando teses bobas e mantras sem sentido, como esse da globalização, o que é mesmo globalização?, a estrovenga dos bispos católicos ataca o agronegócio e o sistema capitalista, certamente visando defender os inúteis do MST, organização que parte da falácia de que o pequeno agricultor é um sem terra, ou que os seus sectários – que são tudo, menos agricultores, se confundem com aqueles. Na sua imensa maioria os chamados sem terra não passam de inúteis, não sem terra, mas sem nenhuma ocupação, parasitas que vivem a custa daqueles que produzem alguma coisa.
Durante décadas a turma do Marx se valeu de modelos falsos, como o cubano, mantido a peso de ouro pelos russos até que o paraíso sucumbiu junto com a idéia do estado totalitária marxista. Hoje a ilha se tornou paraíso do turismo internacional, vivendo a custa de quem tem dinheiro – ou são os pobres que mantém a ditadura castrista nos dias atuais? Quem sabe devemos falar sobre as históricas marcas nas olimpíadas das mulheres machos alemãs orientais, fábricas de atletas que visavam exaltar as “maravilhas do marxismo”?
Podemos também falar dos males que a globalização impôs a China. Certamente os chineses de hoje ainda sonham com os dias gloriosos de Mao. Mas tudo isso é pouco para esse tipo de gente. Nada é capaz de convencê-los de que não há saída além do trabalho, que deve ser lucrativo para que renda receitas para o estado, para que gere novas oportunidades de emprego para as futuras gerações. Fazer proseletismo com o dinheiro da classe média – que mantém com o dinheiro dos impostos os famosos bolsas tudo é demagógico e fácil.
Taxar o capitalismo, diminuir o lucro do sistema financeiro é que são elas! Todos os que tomam o poder sempre tomam o caminho mais fácil: explorar a classe média, proteger os ricos e manter com esmolas uma base que vota nesses mesmos populistas de ocasião. Ou os que estão governando o país fizeram algo diferente disso?